Encontro Banjara em Chennai

Olá, pessoal!

Semana passada, estive em Chennai, para o casamento de um colega de trabalho e, convidei uma pessoa muito especial para participar deste evento comigo. Como ela estaria vindo ao sul da Índia de qualquer forma, aproveitei não só para convidá-la para o casório, mas também, para conceder uma entrevista aos nossos inscritos para contar mais um pouco de suas aventuras pelo mundo afora. De quem estou falando? Da querida Ana Brogliato, do canal e blog Viagens & Beleza.

http://www.viagensebeleza.com/

Nesta entrevista, ela nos conta como a Índia surgiu na vida dela, como viaja sozinha no país e muito mais detalhes de suas aventuras por este mundão!

Se você ainda não conhece o trabalho dela, não deixe de visitar o blog e canal de mesmo nome, pra obter dicas valiosas de roteiros, viagens e produtos de beleza.

Um abraço e até a próxima!

por Banjara

Banjara Soul em Amsterdã

A chegada

Olá, pessoal!

Hoje venho contar como foi o meu passeio de 1 dia em Amsterdã.

Bem, a princípio, o meu vôo estava marcado para sair de Bangalore para Paris (Air France), de Paris a Amsterdã (KLM) e, no dia seguinte, depois do almoço, Amsterdã- Rio. Segundo a passagem aérea que comprei, eu chegaria em Paris pela manhã e teria 13 horas para passear pela cidade até o meu vôo para Amsterdã. Porém….não foi bem assim que aconteceu.

Um dia antes, no dia 22, ao entar fazer o check-in na página da Air France, eis que recebo a notícia bombástica de que eles entrariam em greve no dia…adivinhem? Dia 23, bem a data do meu vôo. Fiquei nervosa. Havia a possibilidade de mudar a data da viagem, mas pedir férias novamente na minha empresa ia ficar complicado e eu já tinha deixado tudo esquematizado no escritório. Sendo assim, liguei para a Make my Trip, website no qual comprei minhas passagens e, recebi a alegre notícia de que haviam me remanejado para outro vôo no mesmo dia e horário: Bangalore- Amsterdã, pela companhia indiana Jet Airways.

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Sim!! Minha viagem ao Brasil iria acontecer!! Porém, sem aquela passagem básica por Paris, mas até que gostei, já que eu estava mais animada para conhecer Amsterdã do que Paris, na verdade.

Sendo assim, após cerca de 11 horas de vôo, eis que cheguei em Amsterdã. O aeroporto é muito bem sinalizado e super fácil de encontrar tudo. Logo ali em frente, já saem os ônibus que te deixam no centro da cidade em 20 minutos.

Aluguei uma diária no Quentin England Hotel, no bairro de Leidsplein. Segundo a informação que me passaram, eu deveria pegar o ônibus em frente ao aeroporto e descer antes do ponto final. Porém, por descuido, acabei descendo no ponto final e tive que andar mais do que pretendia, e com uma mala pesada, já que devido a mudança de vôo, não deu para despachar minha mala até o Brasil direto. Se o hotel é bom? Como eu não queria dividir o quarto com ninguém, o Quentin England Hotel foi uma das opções com quarto individual e banheiro mais baratas que achei. O quarto é minúsculo e o café da manhã não estava incluso na diária. Mas, para uma noite, estava de bom tamanho. Recomendo, sim.

Muitos pontos da cidade contam com wi-fi, mas uma hora, perdi a conexão e, ainda estava perdida, tentando achar meu hotel. Foi nessa hora, que eu tive que contar com a boa vontade e simpatia dos holandeses. Abordei uma moça, que me ajudou e me deu a direção com muita simpatia. Porém, ao chegar perto do hotel, eu me perdi de novo. Sabia que estava muito perto, mas não conseguia encontrar o famigerado hotel. Sendo assim, parei em uma loja de aluguel de bicicletas e, novamente, um atendente holandês me ajudou, com muita simpatia e boa vontade. Me deu um mapa e, ainda escreveu no mapa que rua entrar e qual rua não entrar. Sendo assim, ficou fácil. Depois de dez minutos, finalmente achara o hotel. Era a tão esperada hora de me livrar da minha mala e sair pras ruas para fotografar e filmar!

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Banjara Soul em Pondicherry

Olá, pessoal! Tudo bem??

   Gosta de praia, andar a beira mar, cafes e bons restaurantes? Então, não pode deixar de ir a Pondicherry, a antiga colônia francesa na Índia. Já falei de Pondicherry aqui no blog quando estive lá há 6 meses, mas foi uma visita curta, pois queria fazer Mahabalipuram e Pondicherry no mesmo dia.

Porém, desta vez, fui levar meu marido, que sempre falou que queria conhecer Pondicherry e passamos dois dias tranquilos por lá.

   Se você esta de passagem pelo sul da Índia, não pode deixar de visitar a charmosa cidade, que em muito vai te lembrar alguns lugares do nosso Brasil.

   Então, pegue um café e sente-se, porque lá vem estória!

Pondicherry – Um breve resumo

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Pondicherry é um Estado da União, localizado nas proximidades de Tamil Nadu. Pondicherry já teve presença holandesa, inglesa e portuguesa, mas foi a presença francesa, a que mais se destacou e deixou marcas profundas na cultura local. A famosa French East India Company, definiu a cidade como sede de seu governo, em 1674, dividindo a cidade em French Quarters (Bairro francês) e Indian quarters (bairro indiano). Hoje, quase 500 anos depois, Pondicherry é um destino turístico bastante popular entre indianos e estrangeiros. Não é difícil encontrar franceses e outros europeus vivendo na cidade. Além da presença marcante da arquitetura francesa, Pondicherry também tem várias outras atraçõe2qs como Auroville e Paradise Beach.

Como chegar

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Pondicherry ou Pondy, como é carinhosamente chamada, está bem conectada pelo ar e pela terra com as maiores cidades indianas. Há alguns vôos diretos para Pondicherry, mas são escassos e costumam ser caros. Por isso, a maioria das pessoas acaba optando por voar até Chennai e, de lá, pegar um ônibus ou táxi até Pondy. São pelo menos 3 horas de estrada até chegar na Riviera Francesa indiana. Caso queira o telefone e nome do taxista, me mande uma mensagem inbox, que eu passo para vocês.

  Mas, caso  já estejas no sul da Índia, como eu, você pode optar pelo trem ou ônibus. Há, pelo menos, três agências rodoviárias que fazem o percurso Bangalore- Pondicherry, sendo elas SRS Travels, Sharma Travels, Royal Travels e Greeline Travels. A maioria delas oferece onibus leito noturno. Quando falo onibus leito, é leito mesmo, com camas e travesseiros, para você ter uma viagem bem comfortável.  Saindo de Bangalore, são 7 horas de ônibus. Você sai de Bangalore às 22:30 ou 22:00 e chega às 5:00, 6:00 da manhã em Pondy.

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Onde ficar

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Hotel Promenade- Um dos melhores hoteis da cidade

Há uma enorme variedade de hotéis e guesthouses para todos os tipos de turistas e bolsos. Como só iríamos ficar uma noite e o hotel seria apenas para dormir, escolhemos um local simples, mas limpo e bem localizado, chamado La Ville Creole. É uma casa antiga, em estilo francês, na White Town, pertinho da praia. Ótima localização e dá para ir andando até os principais pontos turísticos da cidade.

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Como se locomover em Pondy

  Para conhecer a parte turística da cidade, a maioria dos turistas opta por fazer o trajeto a pé ou de bicicleta. Praticamente quase todos os hotéis da região oferecem aluguel de bicicletas ou tour guiado, para quem quiser aprender mais sobre a história do local. Como iríamos visitar alguns lugares que ficavam 25 ou 30 mins do centro de Pondy, decidimos alugar uma scooter, ou lambreta, e, foi realmente a melhor opção. O aluguel da lambreta saiu pela bagatela de 300 rúpias por dia. Você pode optar também, pelos autoricksaws, mas como é um lugar turístico, a maioria vai acabar cobrando muito mais do que o normal para te levar por aí.

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Onde comer em Pondy

Como Pondy é um pequeno paraíso gastronômico, melhor você não incluir o café da manhã em sua reserva no hotel. Assim, poderá se aventurar pelos diversos cafés da cidade e experimentar os deliciosos croissants e doces franceses que eles oferecem. Se você chegar bem cedo na cidade, como nós, corra para a orla e procure pelo Le Café. O Le Café é um restaurante bem na beira-mar, que funciona 24 horas, onde você pode tomar seu café, comer um omelette e assistir ao pôr do sol. Porém, no horário que visitamos o local, por volta das 7:00, o cardápio estava meio fraquinho. Eles só tinham pão com omelette e café au lait.

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   Mas, se quiser tomar um café da manhã divino, daqueles que estamos acostumados no Brasil, com muita fartura, corra para o Hotel Promenade. Eles servem um buffet no café da manhã, que inclui, croissants divinos, doces saborosos, omelete feito na hora, salsichas com ervas, batatinhas sautée, frutas, sucos e pratos do sul da Índia. Achei o preço bom para o que eles servem, ainda mais porque no final, você ainda é contemplado com um forte e encorpado café espresso. O preço? 540 rúpias, ou cerca de 26 reais.

Para almoçar e jantar, há outros restaurantes maravilhosos, também. Destaque especial para:

  1. Le Dupleix – O tenderloin steak é simplesmente maravilhoso

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2. Le Maison Rose – Destaque para a torta de amêndoas. O ambiente é maravilhoso, também, especialmente à noite.

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3. Satsanga – Pratos da culinária italiana e francesa muito bem feitos. Atendimento excelente, também.

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O que ver e fazer em Pondy

Há muitas atracoes em Pondy e aconselho o viajante a tirar dois dias para Pondy.

No próximo post, conto para vocês sobre as atividades disponiveis em Pondicherry!

Enquanto isso, nao deixem de visitar meu canal no Youtube e conferir os videos de Pondicherry!

Um abraço e ótima viagem!

por Banjara

Canal Banjara Soul – E-mail novo

Olá, pessoal!

Tudo bom?

Primeiramente, queria agradecer a todos vocês que disponibilizam seu tempo para me escrever, seja aqui no blog, no canal, no Facebook ou no Instagram.

Muitos de vocês me escrevem para o meu e-mail antigo, o qual divulguei várias vezes aqui no blog. Porém, como os e-mails de vocês estavam se confundindo com outros e eu, infelizmente, acabei demorando para ler vários deles, decidi organizar as coisas e criar um e-mail só para perguntas relacionadas aos assuntos abordados aqui no blog e lá no nosso canal do Youtube.

Portanto, anote aí o nosso novo e-mail:

canalbanjarasoul@gmail.com

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Seja sobre a Índia ou a Ásia em geral, fique a vontade pra enviar sua pergunta. Prometo que responderei o mais raṕido possível. Afinal, este é o objetivo por trás da criação de uma conta de e-mail para nosso canal.

Um abraço e ..aguardo os e-mails de vocês!

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por Banjara Soul

Brasileiros na Índia – Bem-vindos ao Planeta Índia

Planeta Índia – É assim que a nossa entrevistada de hoje se refere ao país. E, ela não errou em sua definição. Vitória Guedes, esteve na Índia no ano passado e, antes de sua viagem, enviou-me uma mensagem na nossa página do blog, no Facebook. Finalmente, o grande dia de sua viagem chegou e aqui, em primeira mão, ela conta pra gente!

1. Oi, Vitória. Como a India apareceu na sua vida?

 Bem..sempre fui encantada pela Índia. Eu amei quando passou “Caminho das Índias”. Tenho primas que já foram para Índia, tamém. Eu acho que tenho um pouquinho de sangue indiano. Hahaha…
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2. Como foram os preparativos da viagem?
   Foram muitos os preparativos. Pesquisei muito sobre as companhias aéreas, e também assisti muitos e muitos vídeos do seu canal, li blogs, fiz pesquisas no Google …digamos que fiz um cursinho para poder ir para o PLANETA ÍNDIA kkkkk

3. Teve dificuldade com o visto? E as passagens? Qual companhia aérea usou?
  Graças a Deus, deu tudo certo. Fui com o visto eletrônico, mas uma agência de viagem me deu toda assessoria porque sozinha não ia conseguir fazer. Fui com a Ethiopian Airlines e não tenho queixas. O vôo, na volta, atrasou mais de 12 horas devido a chuva mas tivemos todo apoio fomos encaminhados a um belíssimo hotel para esperar o momento exato do embarque.

4. Foi sua primeira viagem internacional?
Sim, foi. 

Fotos da nossa amiga 

5. Qual a primeira impressão quando chegastes a Índia?E quanto tempo ficastes por lá?
 Como eu já havia lido e assistido muitos vídeos principalmente os seus,pra mim não foi tão chocante. Tudo o que eu havia lido e assistido sobre a Índia e os indianos, eu já constatei nos primeiros minutos que pisei lá. Calor, trânsito caótico, pobreza e sujeira nas ruas, indianos bravos etc….  

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6. Quais cidades da Índia você conheceu?
    Só Mumbai mesmo.

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7.O que você viu na Índia bateu com a imagem que você tinha do país ou não?
  Sim, com certeza. Cada coisa que você explica e fala nos seus vídeos,. a gente se depara estando lá. É incrível!!

8. O que mais te chocou no pais?
 Ahn…é  triste ver a pobreza ,os animais abandonados, cachorros as vacas passando fome.

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foto cedida pelo canal Banjara Soul
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Foto cedida pelo canal Banjara Soul

9. E o que mais gostou no país?
 Essa pergunta é difícil….. É tudo muito fascinante e intenso. Difícil explicar.

10. Teve algum incidente ou fato engraçado durante sua viagem?
    Um incidente, digamos assim ,é que alguns motoristas dos tuk-tuk não sabiam o endereço e  ficavam perguntando para os outros.  São muito confusos. Outro problema foi a comida, que é  MUITOOOOO APIMENTADA MESMO. Agora,  um fato engraçado, é que o recepcionista do hotel, vira e mexe ia bater na minha porta . Eu acho que é porque eu estava sozinha . Mas aí, falei com o tom de voz bem firme e tudo ficou bem.

11. Ninguém volta a ser o mesmo depois de uma viagem à Índia. O que mudou em você?
   Realmente voltamos diferentes . No Brasil, somos felizes e não sabemos. Mas por outro lado, a imagem “Índia” prevalece quando vemos a rigidez das leis indianas, o respeito, a preservação da família , a cultura, a inteligênciados indianos, etc….. Algo que também me encantou é a pureza das crianças !Mesmo com o pouco contato que eu tive com elas, eu vi que na Índia as crianças realmente são crianças.

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Foto cedida pelo canal Banjara Soul

12. O que diria aos futuros viajantes, aquelas pessoas que sonham em um dia conhecer o Planeta Índia?

  O que eu diria é: se prepare muito, assista vídeos , leia, se informe e prepare o seu vestuário, pois lá nem se compara com o nosso país. Biquínis, shortinhos, blusinhas decotadas ou alcinhas …jamais . Lá, desde o aeroporto as coisas ja são totalmente diferentes do nosso Brasil. É tudo muito lindo e fascinante mas não podemos esquecer que estamos em um país rígido, conservador e machista . Você que pretende conhecer a Índia …..uma ótima viagem para você !!!

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por Banjara Soul

 

Novidades no Canal Banjara Soul

Olá, pessoal!

Apesar do dia-a-dia corrido, estou sempre tentando atualizar o blog e, sobretudo, nosso canal no Youtube, o qual vocês têm prestigiado com tanto carinho!

E, além dos vídeos de viagem. que eu amo fazer, iniciamos hoje, uma nova seção no canal, intitulada Mera India, na qual vou abordar vários assuntos relacionados a sociedade e a cultura indiana.

Se você tem dúvidas sobre algo específico relacionado a sociedade ou cultura indiana, ou gostaria de dar alguma sugestão de tema….deixe seu comentário lá no canal!!

E, depois de assistir o vídeo, caso tenha gostado, não deixe de se inscrever no canal, para estar sempre a par das novidades não só da Índia, mas a Ásia, em geral.

E, abrindo com chave de ouro, nosso primeiro vídeo sobre o tema:

“Será que a Índia é violenta?”

Nele, você vai ficar sabendo se a Índia é um país violento para os turistas e moradores e em quais setores da sociedade os crimes são mais comuns.

Então, senta aí que lá vem vídeo novo!!

Um abraço e até a pŕoxima!

por Banjara

 

 

 

 

 

 

 

Banjara Soul em Colombo (Sri Lanka)!!

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   Você sabe onde fica o Sri Lanka?Já ouviu falar? Bem, confesso que a primeira vez que realmente me dei conta da existência deste país,foi em 2000, quando estive no Japão pela primeira vez e havia um casal do Sri Lanka morando no mesmo alojamento que eu. Lembro apenas que eram muito simpáticos e que a moça do Sri Lanka, tinha feito um curso no Japão, anos antes, com a minha professora de japonês. Mundinho pequeno!

  Porém, jamais imaginaria que alguns anos (exatamente 18), eu estaria pisando em terras cingalesas. Sim, quem nasce no Sri Lanka não é Sri Lankês, mas sim, cingalês.

  Após minha vinda à Índia, comecei a ouvir bem mais sobre o Sri Lanka e fiquei com vontade de conhecer. Mas ainda não tinha chegado a hora. Com minha transferência, ano passado, para o sul da Índia, o Sri Lanka ficou bem mais perto. Meu marido esteve em Colombo, capital do Sri Lanka,  a trabalho ano passado, mas como emitiram o visto dele muito em cima da hora, nossos planos de eu acompanhá-lo, foram por água abaixo o Oceano Índico.

   Mas, finalmente, a grande hora chegou! Minha empresa, decidiu me mandar pro Sri Lanka, mais precisamente para Colombo, para treinar uma nova funcionária e visitar alguns hospitais. 

Antes de começar a contar a vocês a minha saga em terras singalesas, deixe-me fazer uma breve introdução do país a vocês:

 Onde fica exatamente o Sri Lanka

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 O Sri Lanka é uma ilha no Oceano Índico.Pense no mapa da Índia. Agora, vai até o final do mapa, no sul. No final do mapa, você encontrará o Kerala, o último estado indiano, no extremo sul do país. E, logo abaixo, vem o Sri Lanka. 

Que língua eles falam?

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 A língua nacional é o cingalês, mas por todas as partes, você encontra placas em Tamil, devido a grande população de Tamilians no país. O inglês também, pelo menos na capital, é falado pela maioria das pessoas e também presente em todas as placas.

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 Influência européia

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Nordeste brasileiro? Nao….esta é Galle, uma turística cidade do Sri Lanka.

O Sri Lanka já teve presença portuguesa, holandesa e britânica ao longo de sua história e, esta influência é visível sobretudo na arquitetura das cidades costeiras do país. Até não muito tempo atrás, era chamado de Ceilão, como você já deve ter lido por aí.

Religião

Apesar de abrigar várias minorias étnicas e religiosas, a maioria da população professa o budismo, que chegou ao país no século III a.c. O Budismo Theravada é o estilo de budismo pregado no país.

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Alto Índice de Desenvolvimento

Sim, eu sei que por esta você não esperava. Para falar a verdade….nem eu! No famoso ranking de IDH, o Sri Lanka tem atingido resultados notáveis, deixando até (pasmem!), o nosso Brasil para trás. O IDH, analisa, entre outras coisas, o nível de escolaridade, expectativa de vida, entre outros fatores. E, em todos, o Sri Lanka ficou bem colocado, já que seu governo oferece sistema de saúde gratuito e educação gratuita desde o primário até a universidade. Ficou chocado? Eu também!

Guerra Civil

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O Sri Lanka viveu uma sangrenta guerra civil por 26 anos (de 1983 a 2009), entre cingaleses e tamilians, com direito a ataques terroristas, mulheres bombas com seus ataques suicidas, tirando a vida do primeiro ministro da Índia, naquela época. Dizem que tudo começou ainda na época dos britânicos, que davam preferência aos Tamilians do que aos cingaleses. Quando o Sri Lanka ganhou independência dos ingleses, os cingaleses, rapidamente, começaram a se impor e a tentar ganhar o lugar ao sol que tinham perdido graças aos ingleses. Sendo assim, colocaram a língua oficial do país como o cingalês, tirando automaticamente, qualquer Tamilian dos cargos do governo e, assim, o conflito se arrastou de forma violenta por 26 anos. Para entender mais do conflito, acesse o link abaixo:

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2009/02/090220_qanda_srilanka_cq

Mesmo após as quase três décadas de conflito intenso, o país têm se reerguido de forma sensacional e hoje, o que encontramos, é um país seguro, belo, com pessoas amáveis, sempre com um sorriso no rosto para oferecer.

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Aqui no blog, não deixe de acompanhar os próximos posts sobre minha viagem a Colombo e, claro, não perca os vídeos lá no nosso canal do Youtube (Canal Banjara Soul).

Um abraço e até a próxima!

por Banjara

 

 

 

Kerala – Diário de viagem- Kochi

Olá, pessoal!

Hoje, vou levá-los até o Kerala, um lugar imperdível na Índia, cheio de história e belezas naturais. Prontos para embarcar! Então…venham comigo!

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O Kerala, conhecido como God’s own country, é um destino procurado por pessoas do mundo inteiro. Tem gente que vem à Índia simplesmente para conhecer o Kerala, deixando de lado as atrações turisticas mais batidas, como Taj Mahal e Jaipur. Se vale a pena, depende do que você goste de ver em uma viagem. Se está procurando pela combinação monumentos históricos + muita natureza, o Kerala é o destino certo para você.

Como chegar lá

O estado do Kerala tem diversas atrações e dá para passar umas duas semanas lá, tranquilamente. Os principais portos de entrada são Kochi e Trivandrum. A maioria entra por Kochi e dali segue para as outras localidades de trem, ônibus ou carro. Kochi e Trivandrum são muito bem conectadas com a maioria das grandes cidades da Índia por trem, avião ou ônibus.
Saindo de Bangalore, como foi o meu caso, há opções de vôo, ônibus, trem ou carro. Preferimos ir de carro. A viagem foi longa. De Bangalore a Ernakulam (Kochi), foram quase 13 horas de viagem, incluindo as paradas para café da manhã, lanche e cafezinhos. Porém, depois nos arrependemos de não termos ido de avião. Afinal, teríamos ainda mais tempo para visitar mais locais.

Onde se hospedar

Kochi tem uma gama bem variada de hotéis e guest houses para todos os bolsos. Ficamos em Ernakulam, em um hotel chamado D Homz Suites.

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O hotel é bom, novinho, estilo apartamento, mas o serviço não foi lá estas coisas, sendo que tanto para o check-in como para o check-out, não havia ninguém para nos atender e tivemos que ficar ligando para a recepção do hotel como loucos. Depois de quase desistirmos de fazer o check-in, aparece um rapaz com cara de que tinha acabado de acordar e nos atende. Sem pedir documento ou confirmar a reserva, ele apenas nos levou até o quarto e só! O bom deste hotel, é que além de ser novinho, com tudo limpinho e bonito, fica em uma ótima localização, perto de uma rua com vários bares e restaurantes.

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Porém, a maioria dos turistas opta por se hospedar em Fort Kochi, já que é o local mais turístico de Kochi e onde tem diversas atrações para te entreter o dia todo.  Alguns hotéis bem conhecidos são Fort Kochi Beach Inn, Rositta Wood Castle, Johnsons Home Stay, Old Courtyard Hotel, Koder House e outros.

O que fazer em Fort Kochi

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Redes chinesas de pescar (Chinese fishing nets)

À beira do Mar da Arábia, encontramos as belas redes chinesas de pescar, que é uma técnica de pescaria muito popular nesta parte da Índia. Lá, além de contemplar o belo mar, um passeio pela feira de peixes é uma grande pedida, pois há peixes, mariscos e moluscos fresquinhos.

Andar pelas ruelas e se encantar com as antigas casas

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Igreja de São Francisco

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Este é um dos pontos altos do passeio em Fort Kochi. A Igreja de São Francisco tem uma belíssima arquitetura e muita história. Foi construída em 1503, pelos portugueses, sendo a mais antiga igreja da Índia. Vasco da Gama, que chegou na Índia pelo Kerala (Calicute), foi, inicialmente, sepultado nesta igreja. Porém, alguns anos depois, seus restos mortais foram enviados para Lisboa.

Igreja de Santa Cruz

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Um dos pontos turísticos mais importantes de Kochi, a Igreja de Santa Cruz, foi construída pelos portugueses em 1558. A igreja, foi elevada ao título de basílica pelo Papa João Paulo II em 1984.

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Tomar um café ou almoçar em um dos excelentes restaurantes

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Teapot House
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Kashi Cafe
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Koder House

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Interior da Koder House

Assistir a uma peça de Kathakali

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Outro programa imperdível, mas o qual não consegui fazer, é assistir a uma apresentação da tradicional dança do Kerala: O Kathakali. Para quem não conhece, o Kathakali é uma forma de teatro com dança, onde todos os artistas são do sexo masculino e, além de exíminios dançarinos, têm como característica, um peculiar movimento dos olhos e mãos.

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Uma belíssima arte, a qual dizem ter dado origem ao teatro Kabuki, no Japão. No Kathakali Center, você não só consegue assistir a um treino de Kathakali, como também a assistir a apresentação deles. Lá, também é possível assistir a apresentação de Kalaripayattu, a conhecida arte marcial do Kerala.

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No final do dia, voltamos para Ernakulam, onde à noite, fomos jantar em um dos melhores restaurantes da cidade, indicado por um colega de trabalho do meu marido, que é natural de Kochi. O restaurante é o Grand Hotel, que possui um vasto cardápio e cuja comida, foi a melhor que experimentamos no Kerala.

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Depois de um maravilhoso jantar no Grand Hotel, só nos restava dormir e esperar o dia seguinte, onde iríamos conhecer as famosas Kerala Backwaters, sobre as quais conto pra vocês no próximo post.

E, não deixe de visitar nosso canal no Youtube para  ver os vídeos que gravamos no Kerala!

http://www.youtube.com/banjarasoul

Um abraço e até a próxima!

por Banjara

Banjara Soul em….Kerala!

Olá, pessoal!

Como vocês sabem, estive no Kerala em setembro, na cidade de Calicut. Porém, ficou um gostinho de mais e neste Natal, como não tenho peru, nem pratos cheios de uva passa (argh!), nem Simone ou Roberto Carlos pra cantar pra mim, eu decidi ir ao Kerala!

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Cochin, Kerala

Desta vez, ficarei dois dias em Cochin (Kochi), que é uma cidade que muitos dos nossos leitores e inscritos têm pedido e, também, a pacata Allepey, onde podemos curtir o carro-chefe da região: houseboat.

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E, claro, se possivel, achar um lugar onde eu possa comer uma boa carne de vaca, já que no Kerala, isso é possível!

E, claro…aguardem muitas fotos e vídeos novos para nosso canal! E, mais uma vez, eu convido a todos para mais este passeio pela Índia!

por Banjara

 

Um abraço!!!

Brasileiros na Índia – Uma catarinense na Índia

A Mony, de Santa Catarina, chegou até mim, há alguns meses, com algumas dúvidas sobre a Índia. Depois de 3 anos de relacionamento a distância com um indiano, ela tinha uma viagem marcada para o país e, muitas dúvidas sobre o que levar, sobre como se comportar, etc. Tiradas as dúvidas, finalmente chegou o grande dia de Mony conhecer a India e seu amor. Será que ela gostou do pais? Aqui, ela conta pra gente.

Banjara : Oi, Mony. Primeiramente, muito obrigada por ter aceitado dar um depoimento aqui pro nosso blog. Mony, conta pra gente: como a India apareceu na sua vida?
Mony: Então…primeiro, a Índia chegou na minha vida através de uma amiga que se converteu a uma religião lá da índia mas não me recordo o nome … A partir daí eu fiquei encantada com a espiritualidade indiana. Depois, conheci um rapaz indiano pela internet e começamos um relacionamento.

Banjara: Como foram os preparativos da viagem?
Mony: Me preparei 6 meses antes para minha viagem à Índia, entrei em contato com pessoas que moram lá, e você foi uma delas. Enfim, tentei obter todas as informações possíveis para minha segurança na Índia

Banjara: Você teve dificuldade de pegar o visto? E a passagem? Qual trajeto você fez do Brasil até a Índia?
   Mony: Em relação ao visto eu obtive o e-visa pra 2 meses. Foi muito complicado pra conseguir pagar . Não sei por qual razão não aceitavam meu cartão … Mas depois de muitas tentativas consegui e foi tranquilo. Meu trajeto foi de Santa Catarina / São Paulo/ África/ Mumbai mas foi super tranquilo. Alguns atrasos, mas nada anormal … viajei com a Ethiopian Airlines e  gostei muito.

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Banjara: Quanto tempo ficou na Índia e quais cidades você conheceu durante sua viagem?
Mony: Fiquei durante 1 mês. Conheci Mumbai, Nova Delhi, Ghaziabad, Haridwar, Varanasi e Shimla.

  • Nossa amiga catarinense em Delhi

Banjara: Acredito que antes de ir à India, você tinha uma imagem em sua mente sobre o país. Esta imagem bateu com o que voce viu lá ou não?
Mony: A imagem que eu tinha era bem diferente. Muito diferente. Depois que eu conheci e tive um choque de realidade, tudo mudou. Não parece ser outro país. Parece ser outro planeta! Olha, eu admiro os estrangeiros que moram aí. Até mesmo o Brasil que é um pais de terceiro mundo, é muito diferente da Índia.

Banjara: O que mais te chocou no pais?
Mony: A pobreza e a falta de higiene. Isso foi o que mais me chocou. Na verdade, muitas coisas me chocaram, mas eu diria que foi principalmente a pobreza e a falta de higiene.

Banjara: O que você mais gostou no pais?
Mony: Olha, eu acho que foi a positividade…a energia positiva dos indianos, mesmo vivendo em condições que, na minha opinião, são sub-humanas. Eles são muito felizes e aceitam a condicão de vida deles.Também não vi nenhum ato de violência, bandidagem, roubo…esse tipo de coisa que tem aqui no Brasil. Eu não vi isso na Índia.

Mony com os monges hindus em Varanasi

  Banjara: Teve algum fato engraçado durante sua viagem?

Mony: Sim…Eu levei presentes aqui do Brasil para a família do meu namorado. E antes de   eu viajar, uma vez, a irmã dele me pediu para eu mostra-la uma lingerie. Eu achei até um   pedido bem diferente, né? Aí, eu mostrei as minhas lingeries. Ela achou lindo. Então,  perguntei se ela queria. E, ela falou que sim. Então, de presente, levei um conjunto de lingerie para a irmã dele. Ela tem 29 anos, é casada e tem dois filhos. Eu levei um conjunto bem sexy, de sutiã com bojo, com pedraria, bem bonito. Bem sexy, estilo Brasil. Ela achou lindo. Aí, ela mostrou pro marido e ele não deu permissão pra que ela usasse. Eu ainda falei pra ela que ela podia usar debaixo da roupa e ninguém ia ver. Mas, não adiantou. 

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BanjaraPois é….geralmente na Índia, essas coisas são tabu. Não se dá de presente.

Mony Pois é..eu levei porque ela falou que tinha gostado. Achei que ela fosse usar com o marido, mas nem com ele, ele não quer que ela use.

Banjara: Mony, depois da experiência na Ìndia, você acredita que voltou a mesma pessoa ao Brasil? Que benefícios a Índia te trouxe como pessoa?
Mony: Com certeza, depois que voltei ao Brasil, eu não sou mais a mesma pessoa. Eu aprendi com os indianos, uma palavra: gratidão.

Banjara: Nosso blog ou canal te ajudou de alguma forma a tirar suas dúvidas antes da viagem? Se sim, de qual forma?
Mony: Ahn..com certeza teu blog me ajudou muito!Porque eu era insegura em relação a viagem, pois pensei que fosse me deparar com muita violência e tal. Bem, eu tinha muitas dúvidas e eu consegui saná-las contigo. Se bem que você mostra uma Índia muito bonita e eu não vi isso aqui. Mas, mesmo assim, pra mim, o teu blog foi super importante. 

Mais uma em Varanasi

Banjara: Você sabe que muitas pessoas têm o sonho de conhecer a Índia. O que diria aos futuros viajantes e, sobretudo às tantas moças que querem vir de mala e cuia para cá conhecerem seus pseudos príncipes indianos?
Mony:  Sugiro que pesquisem bastante, conversem com pessoas que já foram à Índia, porque eu, particularmente, passei por muito perrengue. Perrengue relacionado a higiene, a comida, ao banheiro. Não sofri nada relacionado a violência, mas…eles são muito machistas! E, esquece o conforto….porque isso, na Índia, eu nao encontrei. Eu também notei que poucas pessoas falavam o inglês. Se tu não tem um guia ou um amigo que fale o Hindi, passa muito perrengue. Tudo tem que barganhar. E, se tu não fala o Hindi…como barganhar?
  Outra dica que eu queria dar as mulheres viajantes que querem conhecer a Índia, é que: Não pense que por você ter a pele clara, ou ser loira, dos olhos azuis ou verdes, que eles vão te achar linda aqui. Eu não senti isso, não. Na verdade, eu sentia os olhares preconceituosos. Até o meu namorado, que estava comigo a maior parte do tempo, comentou que percebeu que as pessoas olhavam para mim com raiva.  E eu não sei o porquê..

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Banjara:  Você disse que eles são machistas. Em relação ao machismo…teve alguma situação na qual você se sentiu mal?
Mony:  Sim..várias. No trem, os homens me olhavam muito. Olhavam, olhavam e não paravam de olhar. Eu ficava sem jeito. Alguns,  tinham aquele olhar como se estivesse flertando, sabe? Outros, tinham um olhar malicioso. Já outros, tinham um olhar de raiva, como se estivesse dizendo: “Que firangi sem vergonha. Olha só o vestido dela!”.
Porque eu estava usando um vestido comprido, mas às vezes o vestido tinha algum decote, mesmo sendo bem sutil. E as fotos? Toda hora eles me paravam para tirar foto com eles. Às vezes, eram famílias inteiras. Neste caso, era até legal. Mas, quando era algum guri novo….no começo, ainda ingênua, eu até tirava. Mas depois, não tinha mais condições, porque eu sentia o machismo deles, sabe? Era algo que me fazia mal. Os olhares me acompanhavam o tempo todo: nos restaurantes, nas ruas, E aquilo me fazia sentir insegura. Eu pensava: “Será que estou com uma roupa muito ousada?” Eu me perguntava o tempo todo o que havia de errado comigo.

    As mulheres também são muito machistas, porque elas me olhavam também, me condenando, e eu via as mulheres se cutucando, por causa da minha roupa. Eu estava de legging com uma túnica sobre a legging e, sempre usava a dupatta (lenço). Ou então, eu usava vestidos.  Em Mumbai, também passei por uma situação meio chata, lá na beira-mar, com um Hijra (os transexuais da Índia). Ela veio me pedir dinheiro. Eu disse que não tinha, só o cartão. Ela começou a gritar e ficou alterada. Tivemos que sair dali antes que ela nos agredisse.

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Hijras em Mumbai

Banjara: Noossa…que situação! Mony, muitíssimo obrigada por ter compartilhado sua experiência através deste depoimento tão sincero. Tenho certeza que este depoimento ajudará outras pessoas que pensam em conhecer o país, e servirá de alerta às meninas que pensam em vir morar aqui sem nunca ter nem saído do estado onde moram, no Brasil. Dizem que uma pessoa jamais volta a mesma depois de uma temporada na Índia. Acho que sua passagem pela Índia tinha um grande propósito de vida e creio que você mesma já percebeu isso. No mais, te desejo muito sucesso na vida profissional e em em todo o resto. Obrigada pelo carinho e por ter confiado em mim para contar sua estória para nossos leitores. 

Mony: De nada, Banjara. Foi um prazer.

por Banjara Soul

 

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