Será que meu indiano é…?

Já sei que ficaram curiosos com o título do post. Bem, deixe-me esclarecer:

A idéia para este tema veio através das mensagens que recebo de leitoras que estão envolvidas com indianos ou falsos indianos.

 Como assim “falsos indianos”? Explica, Juliana!

Este post é um alerta a todas vocês, moçoilas, que se comunicam ou se relacionam com indianos. Vocês já se fizeram a seguinte pergunta? –

– Será que o meu indiano é mesmo indiano?

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Muita calma nesta hora. Vou explicar o porquê do tema. Tenho percebido que algumas moças estão trocando gato por lebre sem saber. Estão namorando um rapaz que mora na Índia, trabalha na Índia, mas não é indiano. Mas, se não é indiano, o que mais ele pode ser? Pense: Quem são os vizinhos da Índia? Paquistão, Nepal, Bangladesh, etc.

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Before keep them into the Indian Police Custody, the soldiers of Indian Police Force are handcuffing the four Bangladeshi robbers at district headquarter town, Dhubri of Northeast Indian State, Assam. (Photo/Shib Shankar Chatterjee).

Provavelmente você não sabe, mas existe um número enorme de imigrantes ilegais na Índia, sobretudo vindos do Paquistão e Bangladesh. Estima-se que há mais de 20.000.000 de imigrantes bangladeshis só na Índia! Fisicamente, eles são como a maioria dos indianos, a maioria sabe falar Hindi e se camuflam muito bem como indianos nativos. Porém, seus passaportes (geralmente ilegais), revelam quem realmente são.

Nada contra os imigrantes destes países que citei, mas o que quero alertar, é que a probabilidade de o seu pseudo- indiano ter um passaporte falso é bastante alta. Por esta mesma razão, ele dificilmente conseguirá um trabalho decente na Índia e, o pior: mesmo que você se case com ele em território indiano, as chances de ele ter o visto brasileiro negado são enormes, sobretudo pela baixíssima renda que a maioria tem.

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A região onde fica a empresa onde trabalho, é lotada de imigrantes de Bangladesh. Depois de algum tempo na Índia, você fica craque em perceber de onde tal pessoa é. Mas, para quem não sabe como reconhecê-los, vou dar algumas dicas para você saber se seu indiano é mesmo indiano.

1. Insista em saber onde ele nasceu. Nome da cidade, vilarejo, província…Talvez não ajude muito, mas é sempre bom saber e jogar no Google.

2. A religião: Paquistaneses e bangladeshis são em sua grande maioria, muçulmanos. Mas, não quer dizer que todo muçulmano que more na Índia seja de um destes dois países, ok?

3. A profissão dele: Se ele for imigrante de um dos países que mencionei, as chances de ele ter um sub-emprego são enormes. A maioria trabalha em lan houses, açougues, carregam peso como burros de carga, trabalham de servente em alguma lojinha muçulmana de chá ou restaurante ou limpam estabelecimentos por aí. E, claro, moram em favelas que deixam qualquer favela do Brasil parecer o Leblon!

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4. O idioma: Consulte o Santo Google para pesquisar um pouco sobre os três idiomas: hindi, urdu (Paquistão) e Bengali (Bangladesh). Você perceberá que os três são distintos e, que, apesar da similaridade do urdu com o hindi, ambos são escritos com alfabetos diferentes. Urdu parece árabe, cheio de cobrinhas, como o pessoal diz aí no Brasil, enquanto o devanagari (sistema de escrita utilizado pelo Hindi) é cheio de firula, com muitas curvas e traços. Já bengali, é uma versão ainda mais estilizada que o devanagari, com vários fonemas adicionais. Vejam abaixo:

Muitas vezes, claro, eles escrevem na língua deles, mas usando o alfabeto romano. Aí, fica menos óbvio.

Outra característica é que a maioria deste rapazes, apesar de possuírem sub-empregos, entendem bem inglês e têm acesso à internet. Portanto, ele deve ter uma conta no Facebook, com certeza. Se ele está no seu Facebook, preste atenção às postagens dele, ao idioma que ele usa com amigos e familiares, nas fotos…O Facebook pode ser um grande aliado neste momento. E, desculpe, mas se for para arranjar um pé-rapado, é melhor que, pelo menos, ele fale a sua língua e more mesmo país que o seu. Se não, é perda de tempo. É um abismo cultural e social muito grande e não há amor (ou atração física e pelo desconhecido) que segure a barra.

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Como eles conseguem o tal do passaporte falso? Através dos milhares de agentes que povoam este país. Os endereços mencionados nos passaportes, obviamente, são falsos ou inexistentes. Mas, é um negócio antigo e difícil de erradicar, já que a polícia indiana, assim como a nossa, é bastante corrupta (com exceções, claro) e sempre recebe dinheiro de pessoas do chamado submundo para fazer vista grossa aos imigrantes ou para atestar que determinado passaporte é legítimo.

A maioria dos imigrantes com passaportes falsos são do Nepal, Bangladesh e Afeganistão. Favor não confundir com os refugiados. Estes entram em outra categoria. Porém, o número mais alarmante é, sem dúvidas, de  imigrantes ilegais de Bangladesh, ainda mais porque na província indiana de West Bengal (onde fica Calcutá), os políticos tiveram a brilhante idéia de deixar milhares de imigrantes bangladeshis entrarem no país, deram passaporte e cartão de eleitor para eles. O objetivo? Ganhar mais votos e sair como o partido vencedor naquela província. Já imaginou o tamanho do problema?

Você já imaginou porque o seu amado indiano nunca consegue o visto (nem o de turista) para o teu país? A baixa renda, é claro, um empecilho na certa, mas os outros motivos podem estar aqui nas informações espalhadas por este post.

E, para terminar, deixo claro que não tenho nada contra nenhum dos países que citei no post, tanto que quero visitar a maioria deles. O problema todo é quando eles fingem ser indianos para as moças despreparadas e iludidas do mundo virtual e, elas, caem como patinhos.

Aproveito para compartilhar um dos vídeos do meu canal do Youtube (Banjara Soul), no qual aparecem os imigrantes de bangladesh e as condições extremamente precárias que vivem.

Fica aí o alerta. Acorda, mulherada brasileira!!

Um abraço e até a próxima!

por Banjara

 

 

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22 comentários

  1. Boa noite! Juliana sigo seu canal no YouTube e também aqui comecei a conversar com um indiano, e em menos de um mês de conversa ja dizia que me amava, quer que eu vá para a Índia. Eles são assim mesmo ????? Fico um pouco desconfiada pois existem casos de golpes!!!! Beijos!!!! Sucesso a você

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    1. Ola, Sirleia! Tudo bem? Obrigada por estar seguindo o canal. Sim, para eles, gostar e amar eh quase a mesma coisa, ja que eles usam o “I love you” com muita facilidade. Sao todos assim mesmo, mas so comece a leva-lo a serio quando ele disser que quer apresentar a familia dele para voce e, realmente o fizer. Antes disso, eh so balela. Um abraco e boa sorte!

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  2. Boa tarde (são 13:14h aqui no BR), fiz uma pergunta a você via YouTube, em um de seus vídeos, mas acho aqui mais fácil, não costumo entrar no YouTube e muito menos ver comentários, entro pra ver documentarios sobre a Índia as vezes apenas. Enfim, perguntei lá o seguinte, e espero resposta, agradecido.

    “Bom dia! Seguinte, sou muçulmano, não me simpatizo nada com a cultura indiana ou a religião hindu, sou totalmente contra, porém a Índia é o país onde quero construir minha vida (tenho 16, 17 em ago e com 18 acho que começo a preparar pra ir).

    E por ser o lugar onde quero viver, assisto alguns vídeos, leio textos, etc, e os seus eu gostei muito, mesmo não sendo muçulmana. Queria te fazer uma pergunta, e se for possível, me responder em vídeo.. Como funciona o casamento para nós [brasileiros] com indianas?

    Amo as mulheres indianas, pena que os homens daí são uns lixos humanos, cá entre nós. Enfim, não quero ofender ninguém, se possível me responda, desde já agradeço. Meu Twitter (que uso bastante) é @marcosptbr e meu Telegram também, se preferir me contatar por lá. Até!”

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    1. Olá, Marcos! Ou, melhor…Assalam Aleikum! Obrigada pelo comentário lá no meu blog. Realmente não vi seu comentário no Youtube. Não sei porque, mas às vezes, alguns comentários não são exibidos ou acabam indo como spam. Então, demoro meses para descobrir! Achei sua mensagem muito interessante. Então, deixe-lhe responder a sua pergunta: Acredito que você tenha interesse em se casar com uma moça indiana que professe o Islã, certo?Sendo assim, vocês devem fazer o que qualquer muçulmano faria, que é o nikah, realizado por um Iman (desculpe, não sei como chamam Iman em português). Depois que vocês receberem o certificado de casamento da mesquita, vocês devem levar até o cartório para ser registrado. Em relação ao registro do casamento, tudo depende de como o oficial do cartório irá considerar o fato de você ser muçulmano. Você tem um nome muçulmano de nascimento ou você se reverteu ao Islã depois de mais velho? Estou perguntando isso, porque se você tiver um sobrenome ocidental e cristão, provavelmente, eles vão te encaixar no Special marriage Act(lei para casamentos entre religiões e castas diferentes) e não no Muslim Marriage Act (lei só para muçulmanos). Geralmente, eles analisam a religião de uma pessoa através do sobrenome da família. Por exemplo:Digamos que eu seja muçulmana revertida, mas meu sobrenome não é Hafez, mas sim, De Souza. Então, eles vão me taxar como cristã, ainda que eu tenha me convertido. Claro que isso também depende do bom humor e da boa vontade do oficial do cartório. Não sei que corrente do Islã você professa, se sunita ou xiita, mas isto também conta na hora do registro de casamento na Índia.Bom, espero que tenha sanado suas dúvidas. Mas, sugiro que você procure alguma mesquita de renome em Delhi, Mumbai ou outra cidade grande para já vir à Índia com tudo certinho. Um abraço e até mais!

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      1. Primeiramente, obrigado pela resposta! Bom..

        Não tenho nome muçulmano, minha mãe e meus famíliares são católicos e minha irmã evangélica, então meu sobrenome é Santos, sendo assim cristão, eu acho. Pretendo mudar, mas confesso que o precesso pra mudar de nome não deve ser tão fácil e atualmente não me preocupo em pesquisar sobre. E sobre a corrente, sou sunita.

        Acho que não fui tão claro na pergunta, mas sim, com uma muçulmana. E se possível, queria nessa resposta respondendo a sua respota te fazer outra pergunta, se for possível..

        Como isso aqui é algo que ficará público para que todos leiam e tal, não vou me aprofundar muito, mas tenho digamos uma boa herança e justamente com ela que pretendo vender e ir com uma boa quantia pra Índia. Porém, não quero fazer faculdade ou no mínimo qualquer curso aqui, e sim sair o mais rápido possível do Brasil; então gostaria de saber quais seriam as vagas que conseguiria arrumar de emprego aí não tendo digamos, “estudo” (observação: como disse, sou muçulmano, então não terminei os estudos básicos daqui de SP, saí da escola na 8º série, não concluí sequer o ensino fundamental, porque pra mim isso não é nada fundamental e bom). Aguardo resposta e parabéns pelo artigo, enquanto você me respondia estavá lendo-o.

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      2. Correção sobre o que eu disse no comentario anterior (https://tabibitosoul.com/2016/05/26/sera-que-meu-indiano-e/comment-page-1/#comment-7304)

        Na verdade, o nome não é algo que deveriam levar em conta, pois o nome geralmente ou é árabe ou é árabe rs não é nome muçulmano, não é nome da religião, os hindus por exemplo tem o nome indiano geralmente, mas existem os hindus brasileiros, hindus franceses, etc. Mas entendo, os indianos são burros e se não for com a nossa cara ficam de birrinha contra nós.

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    2. Boa tarde, jovem Muçumano.
      “As-salam Alaikom”.
      Acho que você não entendeu que sua postura não merece resposta, apesar de a pergunta ser pertinente.

      Você ainda é muito jovem e espero que a maturidade lhe traga mais respeito pelas pessoas.

      O homem, independentemente da nacionalidade ou religião, são criaturas de Alla ou Jeová, comi queiram chamá-lo.

      Particularmente, não acredito que Deus criaria lixos humanos.
      Preste atenção so fato de nossa anfitriã, neste blog, é casada com um indiano, tem cunhados e primos indiano e oxala tenha um filho, este também será indiano.

      Portanto, meu jovem, um pouco de respeito lhe cai muito bem.

      Deus esteja com você.

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      1. Obrigada pela mensagem, Edward. Faco minhas as tuas palavras. Mas, sempre procuro responder, com educacao, a todos que me escrevem. Nao fiquei ofendida com o que ele escreveu, pois procurei levar em consideracao o fato de que ele tem apenas 18 anos, mas certamente, outras pessoas ficarao ofendidas, quando lerem a mensagem. Um abraco e, mais uma vez, obrigada pela mensagem.

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      2. Eu não sou macumbeiro (ops, umbandista) e não ligo pros seus deuses escrotos. Pra mim o que importa é a realidade amigo.

        Se ela não quiser me responder, agradeço ao tempo pela primeira respota dela. E minha mentalidade é muito mais elevada que talvez a sua, que vem me criticar sem saber do que estou falando.

        Você não conhece sobre a nossa religião, então não fale se estou certo ou errado.

        Mas sim, percebo que ela não quer me responder, de qualquer forma, sei que ela vai ler isso aqui e agradeço a primeira resposta dela. E você, Edward, saiba ler o que eu disse e verá que me refiro aos indianos que se acham superiores.

        E por fim, saiba que a saudação islâmica é usada somente de muçulmano para muçulmano, não de macumbeiro para muçulmano, sendo que nem religião isso aí que vocês seguem é. Que Deus esteja com os bons.

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      3. Vi a resposta dela agora, como é possível responder apenas o seu comentário, responderei aqui para ela.

        Primeiramente, obrigado pela primeira resposta, ajudou bastante. Eu realmente não sei do que vocês se sentiram ofendidos, não critiquei ninguém e, muito menos, falei mal de alguém. Minha pergunta foi simples e objetiva, sobre emprego, mas sim me toquei que é burrice achar que sem estudos você sequer arruma no Brasil imagina no exterior. E sobre a parte onde falo mal dos indianos, é algo pessoal, e a própria Banjara sabe que estou certo, mas é educada de mais para admitir. (pode sim parecer criança de minha parte o que digo, mas apenas expresso bem o que sinto, pena que isso hoje em dia é considerado criancice.) Até!

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      4. Ola, Marcos e Edward. Espero que as trocas de farpas tenham encerrado por aqui. Tambem tenho minha propria crenca, mas nem por isso eu acho que a crenca que sigo eh 100% infalivel, correta e pura. Afinal, se a religiao foi criada por homens que sao faliveis, ela tambem esta suscetivel a erros. Nao ha religiao perfeita e eu acredito que cada um tem o livre-arbitrio (pelo menos no Brasil), de escolher o que mais combina com sua personalidade e padroes de moral. O que nao pode eh ofender os outros simplesmente porque nao seguem a mesma religiao que a sua. A India, apesar de muito criticada, eh o maior exemplo disso. Ha diversas religioes aqui, sendo as mais expressivas, o Islamismo e o Hinduismo. Ambos nao se suportam, eh verdade, mas convivem, trabalham e deixam as diferencas de lado quando estao juntos. Ha predios onde so moram muculmanos e outros que so moram hindus. Mas, ha outros que moram pessoas de toda e qualquer crenca e ninguem se agride ou sai no tapa. Isso, porque cada um deles guarda sua crenca para si, sem querer enfiar na goela dos outros. Marcos, eu creio que ser muculmano no Brasil nao eh uma tarefa facil, pois a cultura brasileira prega exatamente tudo a que o Isla se opoe. Porem, agindo da maneira que voce agiu em relacao a Edward, eu acredito que contribuiu ainda mais para sujar a imagem que os brasileiros tem dos muculmanos. E, no final das contas, por mais que achamos que nossa fe eh a que salva, quem nos garante? So Deus tem a resposta e nao nos ou qualquer livro que tenha sido escrito e chamado de “sagrado” so para ditar regras em uma sociedade. Sintam-se a vontade para escrever e fazer perguntas, pois responderei com o maior carinho. Porem, vamos manter nossa religiao e crenca no bolso e deixar o respeito ao proximo falar mais alto. Isto sim, eh a melhor religiao. Um abraco e que Deus possa nos dar sabedoria e humanidade para lidar com as diferencas.

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      5. Tenho várias observações a fazer aqui:

        1) Me sinto intrigada como os adolescentes brasileiros se tornaram extremamente narcisistas e autoritários. É evidente sinal de ignorância. Ví o vídeo de uma menina de 15 anos, lésbica convicta, discutindo com o Bolsonaro sobre a conveniência de se implementar cartilhas de sexo na pré-escola. Que experiência e conhecimento de sexo ela tem para ser uma lésbica convicta? Que experiência de maternidade ela tem para querer discutir o que os filhos dos outros devem aprender com 6 anos de idade?

        2) Sendo paulistana, frequentadora da Rua 25 de Março, sempre convivi com a amizade (amizade sim, não é só tolerância) existente entre judeus e árabes. Eles batem longos papos sobre tudo, incluindo religião, eles se chamam de primos (e é isso o que são na origem), adoram a comida uns dos outros e por aí vai.

        Há alguns anos, cheguei a tomar partido dos árabes na questão do Oriente Médio. Mas, ultimamente, estou chocada com o nível deles, com a agressividade, com a grosseria, com a incapacidade de questionamento e de aceitar qualquer ideia diferente da deles.

        Não é uma característica só dos árabes, é também dos indianos, paquistaneses, turcos, egípcios. Será que se tornou uma característica do Islam?

        Bom, esse menino de 18 anos que apareceu aqui me fez refletir sobre tudo isso.

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      6. Ola, Maura!! Obrigada pelo seu comentario enriquecedor. Eu tambem tenho notado que desde que sai do Brasil, as pessoas se tornaram muito agressivas. Acho que as midias sociais contribuiram muito isso, mas acho que em muitos casos, falta mesmo o bom senso de saber o limite entre expor um pensamento e ofender o proximo. Em relacao ao que voce citou da incapacidade dos indianos, paquistaneses, turcos e outros de aceitar qualquer ideia diferente da deles, eu percebo que vem da criacao. A religiao para eles eh mais do que uma crenca, mas uma completa identidade. Identidade com o pais, com a familia, com os antepassados…Eu vejo isso na minha propria familia indiana e nos meus colegas de trabalho. Eles tem ideias extremamente pre-concebidas sobre Isla e o Cristianismo sem nem mesmo saber a historia destas religioes. A mesma coisa acontece com os muculmanos e cristaos aqui da India em relacao aos hindus. Eles se suportam no dia-a-dia, mas no fundo, nao se toleram. Esta eh a realidade da India e de outros paises que citamos acima.

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  3. Oi Ju, já estou com a internet restabelecida e colocando minhas pendências em dia.
    O assunto é sério, mas eu tive que rir com a tua observação sobre o “pé rapado despatriado”… É o fundo do poço mesmo.
    O que eu vi em Calcutá me deixou tão chocada que eu posso imaginar que vida de cão essa gente não tem (pessoal de Bangladesh e outros ilegais na India). E quem se envolve com eles, ainda mais sem investigar a real situação, vai estar cometendo o maior erro de sua vida.
    Beijocas,
    Ana

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      1. Sim, foi o lugar que eu mais me impressionei (negativamente) por conta dos imigrantes. Uma pena ver tanta gente jogada nas ruas ou vivendo de qualquer jeito pelas calçadas. Não vi isso (nesta proporção) em nenhum outro lugar na India e como você disse, olha que eu andei pelo país…

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  4. Aqui em SP reconheço fácil quem é de Bangladesh pelo porte físico, vestimentas etc.
    E quem pensa que a cultura é a mesma que a indiana está enganada, quem diz que a cultura indiana é fechada é porque ainda não viu de perto como é a de Bangladesh!

    Beijos

    Curtido por 1 pessoa

  5. Show! Gosto muito de acompanhar seus posts. Sempre aprendo alguma coisa.
    Sou estudante e praticante de Yoga e já tive vontade de conhecer a Índia, mas acho melhor estudar por aqui mesmo…risos
    Fica na paz.
    Obrigado por compartilhar seus comhecimentos com a gente.

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  6. Comenta-se que o Brizola acabou com o Rio de Janeiro dessa mesma forma: propagandeou no norte e nordeste que haveria passagem de graça, casa e emprego para todo mundo que quisesse mudar de distrito eleitoral. Foram todos para o Rio e, chegando lá, não havia nem casa, nem emprego, só a marginalidade.

    Estou pasma com essa informação que o Itamaraty nega o visto até para o homem casado com uma brasileira. Isso é legal? Já pensou? Você se casa e não pode viver no seu país com o seu marido?

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    1. Nooossa….to passada com esta estoria do Brizola, viu? Pois eh…em relacao ao visto, eu nao sei qual o criterio do consulado para negar ou aprovar vistos no caso de brasileiras casadas com indianos. Muitos nao enfrentam problemas, mas ja ouvi casos de casais que esperaram muito tempo (mais de 1 ano) para que o pedido de visto do rapaz fosse aceito. E isso, eles ja sendo casados sob a lei indiana. Complicado…

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