Dana International – A diva trans de Israel

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Descobri esta artista por acaso, enquanto procurava por informações sobre viagem a Israel. Quando li que ela era trans, eu pensei: isso vai ter que ir lá pro blog!!!E, aqui estamos nós !Vamos conhecer, então, a estória de Dana International!

O nome de Dana, é na verdade, Yaron Cohen, um judeu de origem iemenita e que descobriu que era transex ainda criança, se assumindo completamente como mulher, aos 13 anos de idade. Em 1993, Dana passou pela cirurgia de reconstrução de sexo, tornando-se assim, oficialmente, uma mulher. Aos 18, Dana se apresentava em shows de drag queens, sendo chamada de ” a 1a drag queen de Israel”. Foi aí que ela chamou a atenção de um produtor que acreditou no talento da moça e começou a investir em sua carreira. Em 1998, Dana resolve ir à Londres fazer a cirurgia que mudaria sua vida e, também, mudou de nome legalmente, se chamando agora, Sharon Cohen.

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Voltando a seu país, Dana lançou o álbum “Dana International” em Israel, o qual, posteriormente, também foi lançado na Grécia, Jordânia e Egito, sendo que nestes dois últimos países, o álbum foi vendido ilegalmente, por questões religiosas.

Dana representou Israel em diversos festivais da canção da Eurovision e, em 1998, foi escolhida para representar seu país nesta mesma competição. Porém, a escolha deixou os judeus ortodoxos de cabelo em pé e eles fizeram de tudo para vetar a partipação de Dana no programa. Todavia, não tiveram sucesso e em maio de 1998, Dana não só cantara no Eurovision, mas também ganhara o concurso, sendo reconhecida internacionalmente como uma diva pop.

Em seu discurso, Dana disse: ” Está vitória prova que Deus está do meu lado. Eu quero enviar uma mensagem de perdão àqueles que me criticaram e dizer a eles para tentar me aceitarem do jeito que sou e aceitar o tipo de vida que eu levo. Eu sou quem eu sou e isso não significa que eu não acredito em Deus. Eu faço parte da nação de Israel.”

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Sim…ela mandou um ótimo recado aos religiosos, mas parece que eles ainda continuam preocupados demais com temas como: ” Será que ela pode orar em uma sinagoga agora que virou mulher?” . Porém, alguns chegaram à conclusão de que em relação às práticas religiosas, ela deve ser contada como homem. No entanto, não poderia cantar perante a comunidade, uma vez que agora ela virara uma mulher.

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Recalques e críticas à parte, Dana continua sua carreira internacional firme e forte até hoje e em breve, sugiro que ela grave a versão em hebraico de…” beijinho no ombro”. Só pros rabinos.

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Brincadeiras à parte, vamos conhecer alguns hits desta diva de Israel:

Dana também é chegada em uma vibe indiana:

E aí? Gostaram da Dana?

Um abraço e até a próxima!

por Banjara Soul

 

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6 comentários

  1. O nome verdadeiro dela é tão bonito e divoso (quem me dera meu nome fosse Sharon Cohen), e ela pega e bota um nome artístico tão sem graça…
    Nas fotos mais recentes que vc postou, ela me lembrou a babá judia-periguete dos anos 90, Fran Fine (vc assistia “The Nanny”?) haha. Tinha até um capitulo onde eles zoavam que “judia que é judia gosta de cabelo montado! quanto maior, melhor) haha.

    Curtido por 1 pessoa

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